O que você precisa saber:

Eu não sou uma grande apaixonada por fotografia.

Minha paixão mesmo é observar pessoas e seus comportamentos.

Aos 19 anos descobri que a forma mais gostosa e eficaz de 

usar essa paixão, para mim, era na fotografia. Ela me permite transpassar aquilo que enxergo e sinto nas pessoas.


Sou amante da fotografia simples e genuína.

Seguindo a linha documental, fujo da caretice da fotografia tradicional, mas também da invencionice e dos modismos, pois acredito que uma foto deve ser atemporal.

Não me considero uma artista, não sou criativa. Sou uma espectadora atenta. CRIAR vai contra a base do meu trabalho, que é documentar a realidade que se passa em frente aos meus olhos e emoções, as quais, se eu interferir, se tornam encenação.


Acredito que o amor não precise ser difícil de ser vivido ou comunicado. Pratico isso na fotografia e na vida.

Mas quem sou eu?

Eu sou essa pessoa que você está vendo na foto acima. Acredito que um bom retrato deve expor a essência de quem está sendo fotografado. 

Levo isso muito a sério no meu trabalho. Não poderia deixar de lado na hora de mostrar para vocês quem sou eu, não é mesmo? 

Afinal, quando se trata de fotografia documental, a pessoa que está por trás da câmera é quem você deve mesmo conhecer. Bom, então... 

essa aí é minha essência. Eu não sou plena. Falo rápido e um pouco alto, sou hiperbólica (dramática, para quem preferir), sincera até demais, 

agitada, viciada em café e mãe de cachorro.


De onde eu vim?

Sou filha de fotógrafo e, não vou mentir: caí de paraquedas no mundo de fotografia de casamento.

Ajudava meu pai a carregar equipamentos em alguns casamentos e, um belo dia, ele me deu uma 

câmera na mão e disse "faça o que quiser". Daquele dia em diante, não cogitei fazer nada além disso.


Fotografia de casamento, para mim, tem alma. É pura adrenalina.

Cada segundo de um casamento é decisivo e eu amo isso. 

É a unicidade do momento que me encanta. Não volta. Não se repete.

Amo também poder, não apenas guardar um pedaço da história de alguém, mas imortalizar 

um pouco de mim mesma em cada trabalho. Acredito que seja esse o meu legado no mundo:

Comunicar sentimentos.

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